O protocolo MCP
Um contrato comum entre os hosts e as capacidades que eles expõem aos modelos
Você escreveu um conector para o seu data warehouse para o seu agente interno. A equipe de suporte quer um para o próprio assistente, que não usa o mesmo SDK. O editor de código da equipe também quer um, com sua própria convenção de declaração de ferramentas. Três integrações, três formatos de schema, três políticas de erro e uma única lógica de negócio — duplicada três vezes e dessincronizada já na primeira mudança no schema dos pedidos.
O Model Context Protocol responde exatamente a esse problema e a nenhum outro. É um protocolo de transporte e de descoberta: define como um programa anuncia as ferramentas, os dados e os modelos de prompts que expõe, como um host os descobre em tempo de execução e em que formato os resultados voltam. Ele não torna seu agente mais inteligente, não decide as autorizações e não substitui a qualidade das descrições vista na lição anterior. O que ele traz é mais modesto e mais útil: você escreve o conector uma vez, e qualquer host compatível pode se conectar a ele.
O vocabulário
Três papéis, que não devem ser confundidos.
O host é a aplicação que o usuário manipula: um editor de código, um cliente de chat, o seu próprio agente. É ele que conversa com o modelo e decide o que autoriza.
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